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Postal antigo do Mercado Municipal de Loulé

Arquivo familiar · ramo materno

Loulé · Vila Real de Santo António

A Vozque ficou

José Maria da Piedade Barros e Maria de Lurdes Duarte Barros: duas famílias de Loulé e Vila Real de Santo António que se encontraram numa oficina e fizeram de um jornal uma vida inteira.

01 Duas famílias, um jornal

Uma leitura guiada · ramo materno

José Maria da Piedade Barros sentado ao ar livre com uma publicação nas mãos
José Maria da Piedade BarrosAntes de Nós — arquivo familiar · data, lugar e fotógrafo desconhecidos

Fotografia familiar · identificação apoiado

José Maria da Piedade Barros

Sentado à sombra, de fato claro, segura uma publicação aberta nas mãos. A família identifica-o como José Maria da Piedade Barros.

A fotografia não conserva data, lugar ou nome de fotógrafo. O rosto, porém, pertence à mesma história que os jornais e os documentos ajudam a contar.

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A Voz de Loulé, 16 de dezembro de 1953 · dez. 1953

Em 1953, os filhos de Maria das Pedras Alvas Pina Duarte viviam em dois continentes.

A notícia situa 2 dos seus 4 filhos em Chinde, Moçambique e 1 em Lisboa. Maria de Lurdes Duarte Barros já era casada com José Maria da Piedade Barros.

Maria das Pedras Alvas Pina Duarte morreu em Vila Real de Santo António a 8 dez. 1953, com 52 anos. Era viúva de Álvaro Duarte, referido como antigo comerciante.

O próprio jornal chama a Maria de Lurdes Duarte Barros “esposa do proprietário”. A família Duarte entra, assim, na mesma história que José Maria da Piedade Barros começara a imprimir no ano anterior.

Ver a página original

02

1911–infância · Loulé e Lisboa

José Assis Ramos Barros e Maria Augusta da Piedade Barros

José Assis Ramos Barros e Maria Augusta da Piedade Barros apresentaram a participação para casamento em 1911. Em 1915 partiram juntos para Lisboa; em 1923 eram pais de José Maria da Piedade Barros, nascido em São Clemente. José Assis Ramos Barros dirigiu uma escola e foi redator. O filho faria da impressão o seu ofício.

Pai · diretor de escola e redator

José Assis Ramos Barros

Redator de Alma Algarvia em 1927 e diretor da Escola Académica de Loulé em 1931.

Ver o cabeçalho de 1927 Ver a escola em 1931
Mãe · data de morte desconhecida

Maria Augusta da Piedade Barros

Acompanhou José Assis Ramos Barros na mudança para Lisboa em 1915. A biografia do filho diz que José Maria da Piedade Barros ficou órfão de mãe aos 8 anos; naturalidade e filiação continuam desconhecidas.

Ler a partida de 1915

Uma iniciativa cívica de José Assis Ramos Barros

No artigo «Marçal Pacheco — 1896–1927», assinado «J. Assis», o autor recorda ter lançado em O Primeiro de Maio, em 1914, uma subscrição para um busto de Marçal Pacheco. Segundo o relato, apenas algumas pessoas contribuíram, com pequenas quantias.

A assinatura abreviada e o cabeçalho, que nomeia José Assis Ramos Barros como redator, apoiam a atribuição. A subscrição tem confirmação contemporânea em 1914; o artigo que a lançou não está assinado.

Ler o artigo original

Em 14 de abril de 1914, a lista de subscritores de O Primeiro de Maio regista «J. A. Ramos Barros» com um escudo para o monumento a Marçal Pacheco. A primeira lista soma dois escudos e trinta centavos; em 23 de abril, o total publicado chega a cinco escudos e cinquenta centavos.

A identificação de J. A. Ramos Barros é apoiada pela assinatura J. Assis Ramos Barros noutro artigo da mesma edição e pela recordação de 1927. Os valores são os publicados pelo jornal, não recibos de pagamento.

Ler a primeira lista de subscritores

Segundo o estudo de Artur Ângelo Barracosa Mendonça, publicado em 2018, a subscrição para o monumento a Marçal Pacheco prolongou-se de abril até outubro de 1914, mas o monumento não avançou.

Ler o estudo histórico

Dois documentos · duas gerações

Alma Algarvia · redatorJosé Assis Ramos BarrosVer original
A Voz de Loulé · título registadoJosé Maria da Piedade BarrosVer registo

03

1923–1952 · aprender, partir, regressar

José Maria da Piedade Barros aprendeu a imprimir antes de fundar um jornal.

Órfão ainda criança, trabalhou em Lagos, serviu nos Açores, trabalhou emLisboa e chegou a Vila Real de Santo António. Foi ali que o ofício o levou até Maria de Lurdes Duarte Barros.

01LouléInfância
02LagosAprende tipografia
03AçoresServiço militar
04LisboaTipografia da Papelaria Fernandes
05Vila Real de Santo AntónioGráfica do Sul · Maria de Lurdes Duarte Barros
  1. Nasce em São Clemente

    José Maria da Piedade Barros nasce em São Clemente a 27 fev. 1923, filho de José Assis Ramos Barros e Maria Augusta da Piedade Barros.

  2. Perde a mãe e o pai

    Fica órfão de mãe aos 8 anos e de pai aos 10. As datas exatas dos óbitos são desconhecidas.

  3. Serve nos Açores

    É mobilizado como observador telemetrista no serviço militar; depois trabalha em Lisboa.

  4. Vila Real de Santo António muda a história

    Trabalha na Gráfica do Sul e conhece Maria de Lurdes Duarte Barros. A fonte não fixa a data do encontro.

Inauguração da primeira Estação Ferroviária de Vila Real de Santo António
Inauguração da primeira Estação Ferroviária de Vila Real de Santo António · 14 abr. 1906 · domínio público ↗

O encontro · testemunho retrospetivo

José Maria da Piedade Barros e Maria de Lurdes Duarte Barros conheceram-se em Vila Real de Santo António.

Um antigo colaborador recordou que José Maria da Piedade Barros conheceu Maria de Lurdes Duarte Barrosenquanto trabalhava na Gráfica do Sul, em Vila Real de Santo António. A fonte não fixa a data do encontro.

Segundo o mesmo testemunho, Maria de Lurdes Duarte Barros era sobrinha de senhor Barbosa, proprietário de uma casa de fotografia em frente ao Cartório Notarial de Vila Real de Santo António. A casa fazia parte do seu mundo familiar, embora o nome completo do proprietário e o espólio não estejam identificados.

Ler o testemunho

04

c. 1901–1957 · Vila Real de Santo António, Lisboa e Chinde, Moçambique

A família de Maria de Lurdes Duarte Barros estendia-se até Chinde, Moçambique.

Maria de Lurdes Duarte Barros era um dos 4 filhos documentados de Maria das Pedras Alvas Pina Duarte e era filha do comerciante Álvaro Duarte. Na data documentada, a família estava repartida entre Vila Real de Santo António, Lisboa e Chinde, Moçambique.

José Maria da Piedade Barros e Maria de Lurdes Duarte Barros juntos num espaço exterior
José Maria da Piedade Barros e Maria de Lurdes Duarte BarrosAntes de Nós — arquivo familiar · data, lugar, ocasião e fotógrafo desconhecidos

Fotografia familiar · identificação apoiado

José Maria da Piedade Barros e Maria de Lurdes Duarte Barros, juntos.

A família identifica o casal num espaço exterior. A fotografia não conserva data, lugar, ocasião ou nome de fotógrafo.

O retrato aproxima duas vidas que a documentação situa entre Loulé e Vila Real de Santo António. O espaço visível atrás do casal não está identificado.

José Maria da Piedade Barros nasceu a 27 fev. 1923 e morreu a 10 jun. 2011. Maria de Lurdes Duarte Barros nasceu a 25 jan. 1928 e morreu a 10 out. 2010.

Ver no arquivo visual →
Filhos de Maria documentados

4

Em dez. 1953, 2 viviam em Chinde, Moçambique e 1 em Lisboa.

Admiralty Chart No. 1421 — River Chinde
Admiralty Chart No. 1421 — River Chinde · domínio público ↗

Chinde, Moçambique · carta de 1891

Chinde, Moçambique cresceu em torno do rio e da barra.

A carta é anterior à presença documentada dos Duarte e não mostra a casa ou o trabalho da família. Ajuda, porém, a compreender o lugar para onde parte da família regressou no Pátria, em 14 nov. 1957.

Em dez. 1953, o obituário da mãe já situava 2 dos filhos em Chinde, Moçambique. A notícia de1957 acrescenta o navio e o dia da partida; o motivo da mudança é desconhecido.

Ler a partida de 1957
01

Maria das Pedras Alvas Pina Duarte nasceu c. 1901.

Morreu com 52 anos em 8 dez. 1953. A Conservatória indicou Aldeia Nova de São Bento, Serpa como naturalidade; o assento original e os nomes dos pais ainda não foram obtidos.

Batismos de Aldeia Nova de São Bento, 1901
02

Chinde, Moçambique tornou-se outra casa dos Duarte.

Em dez. 1953, 2 filhos de Maria das Pedras Alvas Pina Duarte viviam em Chinde, Moçambique. Em 1957, um deles regressou com a mulher e os filhos no paquete Pátria, com partida a 14 nov. 1957.

Ler a viagem de novembro
03

Uma casa de fotografia junto ao Cartório Notarial.

Um antigo colaborador recordou que Maria de Lurdes Duarte Barros era sobrinha do “senhor Barbosa”, proprietário de uma casa de fotografia em frente ao Cartório Notarial. O nome completo do proprietário e o destino do espólio são desconhecidos.

Ver as fotografias →

05

1952–2011 · Gráfica Louletana e A Voz de Loulé

Da oficina de José Maria da Piedade Barros nasceu A Voz de Loulé.

Depois de regressar a Loulé, José Maria da Piedade Barros fundou uma gráfica e publicou o primeiro número a 1 dez. 1952. A oficina sustentou o jornal; o jornal acompanhou a vida pública e familiar durante quase seis décadas.

Uma oficina para ter um jornal

A Gráfica Louletana tinha 12 cavaletes de tipos, 3 máquinas Heidelberg,máquina Mercedes e guilhotina Polar e cerca de 10 trabalhadores. O primeiro número de A Voz de Loulé saiu a 1 dez. 1952.

Ler a história da oficina A Voz de Loulé, 3 de junho de 1969
  1. O título e o primeiro número

    O título A Voz de Loulé é registado em nome de José Maria da Piedade Barros a 12 set. 1952. O primeiro número sai a 1 dez. 1952.

  2. Assume a direção

    O n.º 290, de 19 mar. 1968, marca a sua passagem formal a diretor.

  3. A oficina entra na televisão

    A entrevista decorre na tipografia e aborda a criação do jornal e a campanha para uma cooperativa agrícola no concelho de Loulé.

  4. Cinquenta anos à frente do jornal

    José Maria da Piedade Barros continuava como proprietário e diretor de A Voz de Loulé.

  5. Morre o homem; fica a voz

    José Maria da Piedade Barros morre a 10 jun. 2011. O necrológio de 7 de julho confirma que o funeral já se tinha realizado.

As primeiras letras de um colaborador

José Maria da Piedade Barros foi diretor de A Voz de Loulé recordado por Mendes Bota, que ali publicou os seus primeiros textos públicos, entre poemas e crónicas políticas, e o viu compor o jornal com letras de chumbo.

Recordação pessoal escrita após a morte de José Maria. As datas dos primeiros textos e da cena na tipografia são desconhecidas.

Ler a recordação do colaborador

Para além do jornal

Em 9 mai. 1987, José Maria da Piedade Barros era titular de uma tipografia autorizada a imprimir documentos de transporte destinados a acompanhar bens em circulação, em Loulé.

A lista oficial publicada em 1988 documenta a autorização, não encomendas ou trabalhos efetivamente realizados.

Ler a autorização publicada no Diário da República

O jornal e a cooperativa agrícola

Segundo o relato do jornal, em 28 abr. 1974, José Maria da Piedade Barros foi entrevistado no TV Rural dedicado à criação da Cooperativa Agrícola de Loulé, após convite de A Voz de Loulé a Sousa Veloso para uma reunião sobre a cooperativa.

O convite é atribuído ao jornal, sem indicação de quem o fez pessoalmente.

Ler o relato no jornal

Uma queixa ao Conselho de Imprensa

José Maria da Piedade Barros figura como autor de uma exposição ao Conselho de Imprensa, como diretor de A Voz de Loulé, na sequência de uma ação judicial movida pelo presidente da Câmara de Loulé.

O catálogo da Torre do Tombo identifica-o pelo nome completo e descreve a exposição e a correspondência num processo de 1976–1977. Os originais não foram consultados; os motivos detalhados e o desfecho da ação judicial são desconhecidos.

Consultar a descrição do processo

O custo de chegar aos leitores no estrangeiro

Em abr. 1978, José Maria da Piedade Barros foi interveniente no Encontro da Imprensa do Algarve em Tavira, onde considerou quase proibitivo o envio de jornais para o estrangeiro e pediu um telegrama a solicitar providências.

O relato contemporâneo atribui-lhe a intervenção. Não confirma que o telegrama tenha sido enviado nem que tenha produzido efeitos.

Ler o relato do encontro

06

Perguntas em aberto

O que ainda não sabemos.

Estas são as fronteiras documentais relevantes para esta história.

01

Nascimento de José Maria da Piedade Barros

A família indica 27 fev. 1923; uma fonte secundária indica 26 fev. 1923. Falta o assento original para resolver a diferença de um dia.

02

Casamento do casal

Maria de Lurdes Duarte Barros e José Maria da Piedade Barros já eram casados quando a notícia familiar os nomeou; a data e o lugar do casamento são desconhecidos.

03

Casa de fotografia de Barbosa

O nome completo do proprietário, a designação da casa e o destino do espólio são desconhecidos.

04

Álvaro Duarte e Maria das Pedras Alvas Pina Duarte

O vínculo está documentado; o assento e a data do casamento, bem como a geração anterior, são desconhecidos.

05

José Assis Ramos Barros e Maria Augusta da Piedade Barros

A participação identifica o casal; a data e o lugar exatos do casamento são desconhecidos.

06

A censura

Uma ata municipal atribui a função a José Maria da Piedade Barros, mas não indica um ato de nomeação contemporâneo.

Uma afirmação difícil

“delegado da censura no Algarve”

Uma ata municipal de 2025 usa esta descrição, mas não indica o ato de nomeação, as datas ou os termos em que José Maria da Piedade Barros terá exercido a função. Sem uma fonte contemporânea, a afirmação permanece incerta.

Consultar a ata

Provas à vista

Fontes principais desta leitura.

01

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · p. 12, falecimento de Maria das Pedras Alvas Pina Duarte

A Voz de Loulé, 16 de dezembro de 1953

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02

RUN — Universidade Nova de Lisboa · APÊNDICE DOCUMENTAL.pdf · PDF pp. 125–126; páginas impressas 397–398; entrada BARROS (José Maria da Piedade)

Apêndice documental — Tipógrafos e industriais das artes gráficas

↗
03

RUN — Universidade Nova de Lisboa · TESE.pdf · PDF pp. 63–64; páginas impressas 63–64; Gráfica Louletana

A produção literária impressa no Algarve durante os séculos XIX e XX

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04

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · cabeçalho: diretor, editor e proprietário

A Voz de Loulé, 3 de junho de 1969

↗
05

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · notícia da participação para casamento, apresentada em 2 de setembro

O Povo Algarvio, 9 de setembro de 1911

↗
06

RTP Arquivos · entrevista a Piedade Barros na tipografia

O Cooperativismo Agrícola em Loulé e Tavira

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07

a Avezinha, preservado pelo Arquivo.pt · Opinião de Luís Monteiro Pereira, edição de 7 de julho de 2011. O autor diz que só soube da morte após o funeral; não fornece o dia do óbito.

A partida de um jornalista amigo

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08

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · despedida de Álvaro Pina Duarte, Divina e filhos; embarque no paquete Pátria em 14 de novembro para Chinde

Jornal do Algarve, 9 de novembro de 1957

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09

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · nota da partida de José Assis Ramos Barros e esposa para Lisboa

O Algarve, 20 de março de 1915

↗
10

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · cabeçalho: redator José Assis Ramos Barros

Alma Algarvia, 9 de janeiro de 1927

↗
11

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · Ano I, n.º 23, p. 1, duas primeiras colunas; assinatura J. Assis e cabeçalho editorial

Alma Algarvia, 17 de abril de 1927 — Marçal Pacheco, 1896–1927

↗
12

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · Ano I, n.º51; PDF pp.1–2, artigo Dr. Marçal Pacheco e subscrição; p.2 também contém Explicando, assinado J. Assis Ramos Barros

O Primeiro de Maio, 1914-04-14

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13

Hemeroteca Digital do Algarve — Universidade do Algarve · Ano I, n.º52; PDF p.1, coluna direita, subscrição; artigo Camões e os Lusíadas assinado J. Assis Ramos Barros

O Primeiro de Maio, 1914-04-23

↗
14

Universidade NOVA de Lisboa / Câmara Municipal de Loulé · Atas do I Encontro de História de Loulé, 2018, pp.233–254; PDF p.24 = página impressa251, conclusões

Marçal Pacheco. Um político algarvio do século XIX

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15

Diário do Governo · III Série, n.º 266; relação de setembro; registo de 12 de setembro de 1952 em favor de José Maria da Piedade Barros

Registo do título A Voz de Loulé

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16

Arquivo da Universidade de Évora · fundador José Maria da Piedade Barros; primeiro número em 1 de dezembro de 1952; periodicidade quinzenal; suplemento Prisma de Cristal, 1956–1959

A Voz de Loulé — fundo PT/AUEVR/VOZLOU

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17

Arquivo Distrital de Faro / Digitarq · 386 imagens; registos 1–259 entre m0006 e m0382; encerramento em m0383; nenhum noivo José Assis Ramos Barros nas rubricas marginais

Registos de casamento de Loulé, janeiro–8 de junho de 1912

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18

Revista Meios / AIND, preservado pelo Arquivo.pt · Texto de Ana Cristina Cruz na secção Meios das Regiões; captura Arquivo.pt de 1 de julho de 2003. Inclui declarações diretas de José Piedade Barros e uma imagem da primeira página do jornal, não um retrato pessoal.

Dar Voz a Loulé

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19

Arquivo Nacional da Torre do Tombo · PT/TT/CIM/C/001/00057; Conselho de Imprensa, Apreciação de queixas, cx.34, proc.57; descrição integral; datas documentais 1976-12-23–1977-09-07

Queixa de José Maria da Piedade Barros ao Conselho de Imprensa

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20

Hemeroteca Digital do Algarve / Universidade do Algarve · N.º1100,21abril1978; artigo começa na primeira página (PDF p.1, sem numeral impresso) e continua na página impressa3 (PDF p.3), coluna2, parágrafo José Maria Barros.

José Maria no Encontro da Imprensa do Algarve em Tavira

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21

Diário da República · II série, n.º75, páginas impressas2924 e2926 (PDF pp.6 e8). Declaração do Serviço de Administração do IVA, Direcção de Serviços de Controle; cabeçalho na primeira, entrada no concelho de Loulé na segunda; despacho87/05/09.

José Maria da Piedade Barros — autorização para imprimir documentos de transporte

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22

Mendes Bota — sítio do autor, preservado pelo Arquivo.pt · Zé Maria (65), PDF p. 1, sem data impressa; cópia do sítio do autor no Arquivo.pt.

Zé Maria (65) — recordação de Mendes Bota

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