Esperança Nogueira casou com Manuel Nunes em 1751
O casamento de 5 de agosto de 1751 nomeia Francisco Simões e Maria Nogueira como pais de Esperança. Os mesmos nomes no batismo de 1724 apoiam a identificação da filha.
O casamento de 5 de agosto de 1751 nomeia Francisco Simões e Maria Nogueira como pais de Esperança. Os mesmos nomes no batismo de 1724 apoiam a identificação da filha.
Esperança e Teresa foram batizadas em 1724 e 1728, filhas de Francisco Simões e Maria Nogueira. A ligação da mãe à família Lapenha permanece apoiada; os dias de nascimento são desconhecidos.
Mendes Bota recorda os primeiros textos que publicou em A Voz de Loulé e José Maria a compor o jornal com letras de chumbo. As datas desses episódios são desconhecidas.
Maria Nogueira casou com Francisco Simões em 19 de abril de 1722; os pais nomeados apoiam a sua identidade. O casamento de João em 1704 declara Domingos Dias Lapenha, seu pai, já falecido.
Uma lista oficial publicada em 1988 inclui José Maria da Piedade Barros, em Loulé, com autorização de 9 de maio de 1987 para imprimir documentos de transporte de mercadorias. Não indica os trabalhos realizados.
Manuel foi batizado em 1709, Maria em 1711 e outro Manuel em 28 de março de 1714, todos filhos do mesmo casal de Angeja. A repetição do nome não prova que o primeiro Manuel tivesse morrido antes de 1714.
Em Tavira, em abril de 1978, José Maria considerou quase proibitivo enviar jornais para o estrangeiro e pediu um telegrama a solicitar providências. O relato não confirma o envio nem o resultado.
O catálogo da Torre do Tombo descreve uma queixa de José Maria após uma ação judicial do presidente da Câmara de Loulé, num processo de 1976–1977. Os originais não foram lidos; o desfecho é desconhecido.
A Voz de Loulé convidou Sousa Veloso para uma reunião sobre a cooperativa agrícola. O jornal de maio de 1974 liga esse encontro ao TV Rural de 28 de abril, que entrevistou José Maria.
Maria morreu a 16 de outubro de 1735. O assento nomeia Domingos Dias Lapenha e Lourença Dias, os mesmos pais de João e Isabel. A data do seu nascimento continua desconhecida.
O casamento de Isabel com Manuel Jorge, em 21 de maio de 1716, nomeia os mesmos pais de João Dias Lapenha. A mãe, Lourença Dias, já tinha falecido; o dia da morte permanece desconhecido.
Em 1914, «J. A. Ramos Barros» figura com um escudo na subscrição para Marçal Pacheco. A assinatura e o relato de 1927 apoiam a identificação com José Assis. Segundo um estudo posterior, o monumento não avançou.
Em 1938, Manuel Maria trabalhava no Barreiro, António em Vila Franca e João era lavrador em Angeja. O obituário apoia a morte de Maria Augusta em 8 de junho; o agradecimento identifica Manuel e Florinda.
Um artigo de 1927, assinado «J. Assis» e atribuído a José Assis Ramos Barros, recorda uma subscrição de 1914 para um busto de Marçal Pacheco, com poucas contribuições.
No funeral de João, a 7 de novembro de 1958, três irmandades e duas bandas acompanharam o cortejo. O filho Manuel levou a chave da urna, segundo o Ecos de Cacia.
Um agradecimento fúnebre no Ecos de Cacia de 1 de junho de 1963 traz o retrato de Manuel, marido de Florinda, identificado pelo nome completo. A data da fotografia e o fotógrafo são desconhecidos.
O relato de Neto Gomes sobre o encontro de José Maria com Lurdes na Gráfica do Sul data de 2022 e recorda uma entrevista de 2002. O exemplar dessa entrevista permanece por localizar.
Um anúncio de 1995 descreve a antiga casa de Florinda em Angeja: rés-do-chão e primeiro andar, anexos, logradouro e horta. Foi anunciada para venda; o desfecho é desconhecido.
A família fixa José Maria (27 de fevereiro de 1923–10 de junho de 2011) e Maria de Lurdes (25 de janeiro de 1928–10 de outubro de 2010). Uma fonte secundária dá 26 de fevereiro para José Maria.
Joana (17 de março de 1882–20 de dezembro de 1972) casou com Jacinto António Caco (1880–1954) em Santo Estêvão, Alenquer, a 14 de agosto de 1902. Residia em Paredes e morreu em Alhandra.
O Ecos de Cacia de 22 de junho de 1963 nomeia António e Maria de Lourdes como ausentes na Venezuela. A data da travessia continua desconhecida.
O nome José Assis Ramos Barros consta do quadro da Caixa Geral de Depósitos. A referência não sustenta a ligação à Escola Naval, nem identifica com segurança o pai de José Maria.
Maria de Lourdes (1930–2018), mulher de António (1930–2009), era filha de Augusto Duarte Henriques e Augusta dos Santos Caco. Augusta era filha de Jacinto António Caco e Joana dos Santos.
Uma fotografia reúne Alberta e Josefina com o irmão José Maria e Maria de Lurdes. São filhas de José Assis e Maria Augusta; ambas faleceram, em datas desconhecidas.
Na fotografia estão Florinda, Tiago ainda bebé e Augusto. O neto Manuel Augusto recorda-o entre os primeiros condutores e mecânicos de Alenquer e como formador de futuros profissionais.
Os perfis indexados situam a morte de André Nunes da Silva e Manuel Simões dos Reis em 1794, e a de Maria Nogueira da Silva em 1781.
A resposta indica também um nascimento por volta de 1901; o assento original ainda não foi localizado.
Uma fotografia permite ver os seus rostos à mesa; noutra, o casal posa ao ar livre junto de uma construção ainda por identificar.
O obituário de João situa António Pinho na Venezuela e Maria de Lourdes em Vila Franca de Xira; cinco anos depois, os dois já aparecem juntos na Venezuela.
Uma reportagem da RTP mostra José Maria dentro da tipografia, entre o som das máquinas, o trabalho manual e as páginas do jornal.
Numa entrevista de 2003, José Maria recorda o trabalho, a censura, as mudanças de tipografia e a ligação de A Voz de Loulé aos emigrantes.
Num retrato estão juntos ao ar livre; noutro, José Maria aparece sentado à sombra com uma publicação nas mãos.
O assento paroquial identifica Maria como filha de Manuel Nunes e Maria Marques e aproxima três irmãos da mesma família.
O assento confirma o casal como pais de Miguel Simões da Rosa e identifica os pais de Isabel: André João da Eira e Maria João.
As notícias acompanham a família entre Vila Franca e a Venezuela; registos comerciais posteriores levantam possíveis ligações de António Pinho à Padarias Flor e à Sopamar.
Em 1953, parte da família Duarte vivia entre Loulé, Lisboa e Chinde; em 1957, um dos irmãos de Lurdes viajou para Moçambique com a família.
Dez casamentos originais, celebrados entre 1695 e 1813, ligam sucessivamente os casais e as suas filiações através de várias gerações.
O registo de passaporte identifica Florinda Marques de Pinho, viúva e residente em Angeja, e conserva a primeira fotografia pessoal confirmada deste ramo.